(...) e agora volto a pensar em ti. e escrevo sobre ti e sobre o quanto te amo. mas so escrevo sobre ti porque ja es real. se fosses uma coisa recente, nao admitida, ficavas comigo tambem, ate eu nao aguentar mais e fazer uma inconfidencia ao meu amigo bloco de notas para te tornar real. ficavas comigo! guardado comigo ao pe das outras coisas que nunca vou contar.
mas tu... tu ja es velha-guarda. ja andas os encontroes na minha cabeça, as voltas no meu coraçao e aos embrulhos no meus estomago ha mais tempo do que eu gostaria.
queria tanto uma paixao nova, como ja tive algumas neste tempo. mas uma coisa que durasse. nao aquele fogo de vista que arde com toda a intensidade do mundo mas depois sem mais nem porque se apaga. simplesmente apaga e acabou. quero tanto uma paixao nova! para me distrair, para ver se saia desta obcessao macabra de que nao me consigo livrar, e que ainda por cima tem nome de mouro! se eu pudesse mudar o teu nome... nao mudava! tem tudo a ver contigo, ou tu tens tudo a ver com ele... desde dos olhos cor de mel, e á pele de café com leite (com mais leite do que cafe nos meses mais frios).
mas tu... tu ja es velha-guarda. ja andas os encontroes na minha cabeça, as voltas no meu coraçao e aos embrulhos no meus estomago ha mais tempo do que eu gostaria.
queria tanto uma paixao nova, como ja tive algumas neste tempo. mas uma coisa que durasse. nao aquele fogo de vista que arde com toda a intensidade do mundo mas depois sem mais nem porque se apaga. simplesmente apaga e acabou. quero tanto uma paixao nova! para me distrair, para ver se saia desta obcessao macabra de que nao me consigo livrar, e que ainda por cima tem nome de mouro! se eu pudesse mudar o teu nome... nao mudava! tem tudo a ver contigo, ou tu tens tudo a ver com ele... desde dos olhos cor de mel, e á pele de café com leite (com mais leite do que cafe nos meses mais frios).
já passou tanto tempo desde que te vi a ultima vez. ja nem me lembro bem de ti, da tua cara, das tuas maos, da tua altura, do teu beijo, nem sequer do teu toque. é estranho... as memorias que ainda me restam sao a tua barba, a forma como dizes o meu nome, e a maneira atrapalhada de quando balbuceias as tuas mentiras esfarrapadas.. e tenho saudades, again..
saudades, problema a escala mundial. quem me dera ser rica.. assim provavelmente via-te com mais frequencia. era tão bom. podermos passar mais tempo juntos.JUNTOS! esta expressão é no minimo bizarra associada a nós. juntos. tem piada! juntos... parece que nem sequer combina, não soa bem.
já nos imaginas-te juntos? quer dizer, juntos de juntos mesmo, numa relação..
gosto de ti, nao tenho duvidas. gosto de ti mas do que devia, mas do que posso e ás vezes mais do que aguento, mas sinceramente... não sei se iriamos resistir mais do que tres ou quatro meses de convivencia intensiva, ao quotidiano, ao dia a dia. não sei se eu iamos sobreviver a toda essa tua maneira de ser rebelde e desinteressada, ou, mais uma vez, ao meu mau feitio histérico-dramatico com que pouca gente sabe lidar. (...)
ai minha linda! sabes que gosto muito deste, e de qualquer outro texto teu. Escreves bem, nada a dizer mais .
ResponderEliminarE como eu percebo tudo o que dizes, mas maluca, há que animar :D pensa que o verão já está quaseee! Gosto muito de ti !